15 de abril de 2026

Norton Buffalo & The Knockouts - King of the Highway 2000

 

1. Is It Love (3:58)
2. Let Me Be Your Man (4:35)
3. King Of The Highway (4:33)
4. The Odds Are Against Us (6:19)
5. Hoodoo Roux (6:59)
6. Sweet Little Pumpkin (5:08)
7. Shuffalo (3:23)
8. She's Driving Me Crazy (4:39)
9. Line Of Fire (5:39)
10. I'm Tore Down (5:12)
11. Harmonica Mambo (3:20)
12. I Know I'm Fallin' (5:23)
13. The Monkey & The Man (3:22)
.

King of the Highway: A Harpa que Domina a Estrada sem Precisar Gritar! 
Norton Buffalo & The Knockouts – King of the Highway, um blues rock visceral carregado de influências de jazz sofisticado e boogie que acelera sem perder o balanço!
Norton Buffalo manda ver na harmonica nuançada, vocais e até trombone, liderando The Knockouts com precisão cirúrgica. Convidados de luxo como Merl Saunders no órgão B-3, Steve Miller e Elvin Bishop nas guitarras smoldering completam o time. 
Destaques: O título “King Of The Highway” é puro freeway accelerator; “Hoodoo Roux” entrega um smoky lounge crawler que vicia; e “I’m Tore Down” explode em fusão de blues rock com improvisos texturizados de harpa que te deixam de queixo caído.
Curiosidade: o disco foi gravado no estúdio caseiro de Norton no Valley of the Moon, capturando aquela energia crua e íntima sem exageros de estúdio. E olha só: ele foi o harpista real do filme The Dog Pound Shuffle (1975), dublando o personagem de David Soul – um daqueles trabalhos que todo fã de blues-cinema guarda no coração. Bota pra tocar e sinta o mestre em ação!

Crusaders I 1970


1. That's How I FeelWilton Felder – 8:20
2. So Far AwayCarole King – 11:55
4. Mystique BluesWayne Henderson – 4:35
5. Full Moon – Wayne Henderson – 7:20
6. Sweet Revival – Joe Sample – 4:45
7. Mud Hole – Wayne Henderson – 6:30
8. It's Just Gotta Be That Way – Wayne Henderson – 3:38
9. Georgia Cottonfield – Joe Sample – 7:03
10. A Shade Of Blues – Joe Sample – 5:21
11. Three Children – Wilton Felder – 5:14
12. Mosadi (Woman) – Wayne Henderson – 7:11
.

Crusaders I: O Groove que Acendeu o Blues Rock dos Anos 70! 
Crusaders I 1970, o álbum duplo que explodiu o blues rock visceral dos Crusaders com pitadas profundas de jazz sofisticado e boogie que não para de balançar!
A formação clássica brilha com Joe Sample nos teclados elétricos incendiários, Wilton Felder no sax tenor cortante (e baixo elétrico), Wayne Henderson no trombone soulful e Stix Hooper na bateria que segura tudo como um trem em alta velocidade – tudo isso com convidados de luxo como Larry Carlton na guitarra e Chuck Rainey no baixo. 
Destaques: “Put It Where You Want It” de Sample é puro funk-groove que gruda na pele; o cover épico de “So Far Away” (Carole King) vira uma jam de quase 12 minutos cheia de improvisos que te levam pro céu; e “Mosadi (Woman)” de Henderson fecha com fusão perfeita de blues, jazz e boogie arrepiante.
Gravado no lendário Wally Heider Studios em Los Angeles, o disco capturou toda a energia bruta da banda em plena transição criativa. Fato histórico: foi o segundo lançamento após eles largarem o “Jazz” do nome (ex-Jazz Crusaders) para conquistar um público maior – e “Put It Where You Want It” virou clássico, até coberto pelo Average White Band

14 de abril de 2026

Memphis Slim - All Kinds Of Blues 1963/ 1990

 

1. Blues Is Troubles (3:25)
2. Grinder Man Blues (4:36)
3. Three-In-One Boogie (4:28)
4. Letter Home (3:39)
5. Churnin' Man Blues (6:32)
6. Two Of A Kind (4:16)
7. The Blacks (5:10)
8. If You See Kay (4:29)
9. Frankie And Johnny Boogie (4:09)
10. Mother Earth (4:42)
.

Memphis Slim e o poder urbano do blues

Em 1963, Memphis Slim lançou All Kinds Of Blues, um registro que reafirma sua posição como um dos pianistas mais sofisticados e carismáticos da história do gênero. O álbum, relançado em 1990, é uma viagem intensa pelo blues clássico, com pitadas generosas de boogie-woogie e lirismo urbano.

Destaques: “Three-In-One Boogie” mostra Slim em plena forma, desfilando sua técnica brilhante no piano. Já “Grinder Man Blues” é um mergulho divertido e provocador, com letras carregadas de humor e malícia. E em “Mother Earth”, o músico revela sua faceta mais contemplativa, lembrando que o blues também pode ser filosófico e profundo.

Curiosidade: este foi apenas o segundo disco de Slim para o selo Bluesville, mas rapidamente se tornou um dos mais celebrados de sua carreira. Outro detalhe interessante é que, embora gravado nos anos 60, o álbum carrega a elegância e a energia das sessões que o artista havia feito na década anterior para a Chess Records.

Se você é fã de blues — ou apenas curioso para sentir a força de um mestre absoluto — vale dar o play em All Kinds Of Blues e deixar Memphis Slim conduzir a noite.