18 de março de 2026

Cuby + The Blizzards & Eddie Boyd - Praise The Blues 1967

 

2. No Place Like Home 
3. Understanding 
4. Tweny-Four Hours Of Fear 
6. The Big Boat 
7.  Mr. Highway Man 
8.  I'm In Your Corner 
9.  Swinging Boogie 
10.  Early Grave 
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Cuby + Blizzards e Eddie Boyd em Uma Colaboração Explosiva!
Uma viagem ao coração do blues com Praise The Blues, álbum de 1967 lançado pela Philips, que funde o Chicago blues autêntico com o rock and roll vigoroso da banda holandesa Cuby + Blizzards e o lendário Eddie Boyd. O som é cru e emocional, com piano swingado, vocais roucos e guitarras afiadas que capturam a essência do Delta amplificado para a Europa.
Destaques incluem a pulsante "Nothin' But Trouble", o instrumental dançante "The Hammond Sings The Blues" – onde o órgão de Boyd brilha com swing contagiante – e o clássico "Little Red Rooster" de Willie Dixon, reinterpretado com intensidade. A formação conta com Harry Muskee (harmônica e apoio), Eelco Gelling (guitarra eletrizante), Willy Middel (baixo) e Hans Waterman (bateria), enquanto Boyd assume vocais e piano em composições próprias.
Curiosidade: Gravado em apenas um dia nos estúdios Phonogram em Hilversum, após três dias de ensaios em uma fazenda em Grollo – onde Boyd dormiu em uma cama de armário para não perturbar as crianças locais.
Detalhe: Essa parceria marcou a expansão do blues para a Europa nos anos 60, unindo um veterano de 52 anos do Mississippi a jovens holandeses, influenciando gerações. Para mais vibes, confira Desolation de Cuby ou 7936 South Rhodes de Boyd.

17 de março de 2026

Jenny Bohman Roots Revue - Jenny Bohman Roots Revue 2022

 

1. You Need Water (3:47)
2. Coming Home (3:49)
3. The Reason Why (4:03)
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Jenny Bohman Roots Revue:

Um Tributo à Rainha do Blues Sueco

Lançado em 2022, o EP Jenny Bohman Roots Revue é uma celebração emocionante da obra de Jenny Bohman, considerada a “Rainha do Blues” da Suécia. Com três faixas marcantes — You Need Water (3:47), Coming Home (3:49) e The Reason Why (4:03) — o disco traz interpretações poderosas que mantêm viva a energia e a autenticidade da artista, falecida em 2010.

O projeto reúne nomes de peso da cena blues escandinava, como Lisa Lystam (vocais, harmônica), Ida Bang (vocais, teclado), Tove Gustavsson (vocais, guitarra, percussão), Andreas Rydman (guitarra), Surjo Benigh (baixo, backing vocals) e Kjell Gustavsson (bateria, backing vocals). O resultado é um som cru e envolvente, que mistura tradição e frescor, honrando a voz natural e o talento multifacetado de Jenny.

Curiosidade: o EP nasceu da união de músicos que, de alguma forma, foram inspirados por Jenny e decidiram registrar suas próprias versões como forma de homenagem. Além disso, o lançamento coincidiu com os 10 anos de sua partida, reforçando o caráter histórico e emocional do tributo.


Ian Carr's Nucleus - Roots 1973 (2022)

 

1. Roots (9:24)
2. Images (4:55)
3. Caliban (4:35)
4. Whapatiti (3:23)
5. Capricorn (4:01)
6. Odokamona (3:24)
7. Southern Roots And Celebration (7:43)
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Raízes do Groove: O Fusion Explosivo de Ian Carr's Nucleus em Roots!
Lançado originalmente em 1973 e remasterizado com brilho em 2021 pela Be With Records, Roots de Ian Carr's Nucleus é uma joia do jazz-rock britânico, misturando funk soulful, toques progressivos e improvisos eletrizantes. O som orgânico pulsa com energia, evocando Miles Davis em sua era Bitches Brew, mas com um swing funky e ahead-of-time que soa fresco até hoje.
Destaques: incluem a faixa-título "Roots", um rompante preguiçoso de 9 minutos com riffs de guitarra funky de Jocelyn Pitchen e trompete flamejante de Carr; "Images", soul-jazz doce com vocais etéreos de Joy Yates e flauta hipnótica de Brian Smith; e "Southern Roots And Celebration", um mergulho espacial em Rhodes que fecha com vibe de verão infinito. A banda, com Dave MacRae no piano elétrico e Clive Thacker na bateria, cria texturas únicas, cheias de grooves telepatia.
Curiosidade: Apesar de não ser bem recebido na época, o álbum virou clássico no século 21, sampleado por Madlib e Lootpack em beats hip-hop. Outro fato: Gravado pós-vitória no Montreux Jazz Festival de 1970, captura Nucleus no auge, fundindo jazz com rock em uma era de experimentações elétricas.

Harmonica Williams - Harmonica Williams With Little Freddie 1971

 

A1. Baby Don't You Know
A2. Juke Boy
A3. Sideways
A4. Declaration Day
B1. Born Dead
B2. The King's Special
B3. Williams' Special
B4. Highway 82
B5. Williams' Goodbye
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Blues Explosivo do Delta: Harmonica Williams e Little Freddie King em Sintonia Perfeita!
Prepare-se para mergulhar no blues elétrico cru e visceral de Harmonica Williams With Little Freddie King, um tesouro de 1971 lançado pela Ahura Mazda Records. Esse álbum captura o espírito do Delta blues amplificado, com harmonias intensas e riffs de guitarra que ecoam as raízes mississippianas dos artistas. John "Harmonica" Williams brilha na harmônica e nos vocais roucos, enquanto o guitarrista Little Freddie King (nascido Fread Martin) adiciona um toque elétrico hipnótico, apoiados pelo baixista A.B. Bruer e o baterista Rudy Taylor.
Destaques: incluem a energética "Baby Don't You Know", o instrumental pulsante "The King's Special" e "Born Dead" – com vocal convidado de Newton Greer, dono do icônico clube The Crystal em Nova Orleans, onde Williams se apresentava. As faixas exalam autenticidade, misturando grooves dançantes e lamentos profundos, perfeitas para fãs de John Lee Hooker ou Lightnin' Hopkins.
Curiosidade: Gravado em apenas dois dias (2 e 3 de junho de 1971), foi o primeiro álbum de blues elétrico de Nova Orleans, marcando a transição do acústico para o amplificado na cena local. Outro detalhe fascinante: Apesar de vender mal na época, hoje é uma raridade colecionável, o único da gravadora não relançado pela Fat Possum, valorizado por até US$ 500 em leilões.