22 de setembro de 2026

John Homesley & The RUB – Nothing In Return – 2026

 

01. Expensive Lies 03:24
02. Elbow Room 04:24
03. Take Your Momma Too 04:19
04. Nothing In Return 06:26
05. Heatin’ Up 05:11
06. Best You Can Do 03:46
07. Sorry You Got Caught 06:21
08. Big Bag Of Crazy 04:37
09. Why 05:16
10. Take It To The Bank 06:06
11. Darlin’ 04:54
.

The RUB, Dallas: gaita no drawer e blues 

Nothing In Return (2026), de John Homesley & The RUB, é blues-rock de Dallas.
O site da banda descreve o grupo como bluesmen fiéis às raízes, com mais de 150 anos somados de palco.

John “Hollywood” Homesley canta e toca gaita. Nascido em Dallas, mora em Heath; entrou em 2006, depois de ser o quarto — e último — harpista dos Rhythm Addicts, nome antigo do conjunto. 

Começou no instrumento escondendo a gaita do pai na cômoda; na casa de sete irmãos, o ouvido veio do canto a capella em casamentos e funerais. Dr. Bill “Bluetooth” Hamilton toca guitarra: nasceu em Pampa, cresceu em Odessa, formou-se na Texas Tech e trabalhou como enamel driller. 

Encontrou o fundador Mike Cazabon num show de Rod Piazza & the Mighty Flyers; juntos montaram os Rhythm Addicts, hoje The RUB. Hamilton passou pelo Brief Case of Blues Band e tocou ao lado de Mike Morgan. 

No baixo, John “Boxcar” Powell; no teclado, John “Honey Badger” Perser; na bateria, Jerry Bishop — no site da banda, “No Refunds”, das Carolinas, agora também em Heath. Homesley e Hamilton assinam originais do repertório.

A formação atual está no site oficial e em ficha de show no Balcony Club (2022). 


21 de setembro de 2026

Cristiano Ferreira - The Teacher's Rules! 2017

 

1. Give Your Love To Me - 4:27
 2. Wee Baby Blues - 4:46
 3. Brioi Blues - 2:52
 4. If You Care About Me - 4:46
 5. Angelica - 3:20
 6. Lonesome Blues - 3:32
 7. Swing Do Pampa - 3:30
 8. Travelin' Blues - 2:26
 9. If You Love Me, Baby - 2:46
10. Who's Gonna Be Your Sweet Man - 3:16
.


Em 2017 o guitarrista Cristiano Ferreira lançou The Teacher’s Rules, segundo disco solo, pelo selo Chico Blues Records. 

É um trabalho de blues feito de composições próprias e releituras, fruto de mais de duas décadas de estrada.

O título brinca com o apelido que músicos da cena catarinense lhe deram. No disco entram Luciano Leães no piano e no Hammond, Adrián Jiménez na harmônica, Clark Carballo no washboard e Tomas Oliveira no contrabaixo acústico. 

O combo que o acompanha traz Alexandre Green nos teclados, Dayvk Martins na bateria, Danilo Brito no baixo e Juampi Carranza no contrabaixo acústico.

O álbum chegou no segundo semestre daquele ano e ganhou show de lançamento no Teatro Ademir Rosa, no CIC de Florianópolis, dentro do projeto Grandes Encontros da Fundação Catarinense de Cultura. 

O próprio Cristiano assina a produção artística do trabalho. O apelido de professor, nascido entre os músicos da ilha, virou o nome do disco. 

O lançamento oficial nas plataformas aconteceu em agosto de 2017, acompanhado da apresentação no palco do CIC.Se gostou, veja também o primeiro disco solo, Buzz Me (2011). Escute agora, deixe um comentário
no https://quemtempoe.blogspot.com/ — o álbum está no Spotify.


Daddy MT and The Matches - Lightin' Up 2017

 

1. Daddy Before Anything Else - 4:37
 2. A Good Man - 3:33
 3. I Ain't Got Nobody - 7:21
 4. Be Sure You Got It - 5:43
 5. How Can I Thank You Babe - 4:18
 6. This Is the Blues - 6:08
 7. 30 Hours a Day - 5:33
 8. She Tells Me - 4:06
 9. Good Thing - 3:42
10. I'll Never Get That Chance - 5:26
11. You Must Be Crazy - 7:07
12. You're My Man - 4:14
.

Lyon risca o fósforo e o Chicago pega fogo!

Lightin' Up, segundo disco de Daddy MT & The Matches, é Chicago blues elétrico feito de composições originais, saído em 16 de junho de 2017 pelo selo Ti and Bo. 

Mathieu “Daddy MT” Tessier canta e puxa a guitarra solo; Christophe Oliveres completa as seis cordas e os backing vocals, Olivier Lombardi segura o baixo e Nicolas Ammollo a bateria.

O próprio selo descreve um trabalho íntimo, pessoal, em doze compassos no estado puro. I Ain't Got Nobody é a faixa que o Ti and Bo levou ao palco e filmou; Daddy Before Anything Else abre o disco com letra e música de Tessier, e 30 Hours a Day já estava no repertório ao vivo. 

A formação da região de Lyon se juntou depois que Tessier cruzou com Lurrie Bell e Magic Slim e quis músicos para aquele blues de Chicago que ele queria tocar.

Antes da estreia do álbum, I Ain't Got Nobody foi captada em 2 de dezembro de 2016 na Tanière, em Saint-Étienne, com mixagem de Ludovic Fialon. 

Lightin' Up chega três anos depois de Let's Strike The Match!, o primeiro disco da banda.

Se gostou, põe o disco pra tocar agora, deixa um comentário no https://quemtempoe.blogspot.com/ — no Spotify o álbum está no ar, e I Ain't Got Nobody é o melhor ponto de entrada: https://open.spotify.com/track/3wZc0Snv78pll1KbNW4HVj

20 de setembro de 2026

Bert Jansch & John Renbourn - After The Dance (1966-1968)

 

01. Tic-Tocative
02. Waltz
03. Piano Tune
04. Goodbye Pork Pie Hat
05. Hole In The Coal
06. The Wagoner's Lad
07. Lucky Thirteen
08. Three-Part Thing
09. Stepping Stones
10. Red's Favourite
11. No Exit
12. Orlando
13. Bells
14. East Wind
15. After The Dance
.

Dois violões, uma conversa só

After The Dance não é um disco de 1966: é a coletânea Shanachie de 1992 (série Guitar Artistry) que junta o miolo de Bert and John com duetos do mesmo período, 1966–1968, tirados de álbuns de Jansch, Renbourn e do Pentangle. 

O núcleo é folk acústico em diálogo — blues, jazz e balada britânica no mesmo violão de seis cordas.

Bert Jansch canta e toca; John Renbourn é o outro violão. Bill Leader assina as sessões originais. A resenha da coletânea aponta “Hole in the Coal”, “Three Part Thing” e a faixa-título como o pulso do encontro; outra nota destaca o Charles Mingus de “Goodbye Pork Pie Hat” e “The Wagoner’s Lad”, esta última vinda de Jack Orion. Quase tudo é instrumental: dois fingerstyles se cruzando sem banda.

O LP Bert and John (Transatlantic TRA 144) foi gravado no começo do verão de 1966 em St. Edmunds Terrace, St. John’s Wood, por Leader. A compilação americana saiu em 14 de julho de 1992 (Shanachie 99006), remasterizada por Robert Vosgien, com direção de arte de Stefan Grossman; nos EUA o duo de 1966 já havia circulado como Stepping Stones, na Vanguard.

Se gostou, coloca o disco no fone agora, deixa um like ou comentário no blog https://quemtempoe.blogspot.com/


Peter Parcek – Most of the Time (2026)

 

1. Twistified
2. How Many Times
3. Most Of The Time
4. I Don't Worry 'Bout A Thing
5. Just Play Rhythm, Baby
6. Mississippi Phone Booth
7. Stranger Blues
8. Poor Boy
9. When I'm Dead & Gone
10. Cold In Hand
11. Three Feet In Back Of My Head
12. 61 Highway
13. Grandma's Hands
14. Lord Help The Poor & Needy
15. Swooshy
.

O blues que chega sem pressa e sai na veia

Peter Parcek lança Most of the Time em agosto de 2026 pela Lightnin’ Records, seis anos depois de Mississippi Suitcase. 

O disco mistura originais e regravações num blues denso, com guitarra soulful e clima sombrio.

A base é Tim Carman na bateria, Tom West nos teclados e Marc Hickox no baixo. Duke Robillard, Luther Dickinson e Mickey Raphael entram em algumas faixas. “Most of the Time”, versão de Bob Dylan, ganha lap steel de Kevin Barry e voz de Danielle Miraglia no final. 

“Twistified” abre o álbum com guitarras em dupla e metais. “How Many Times” é original do próprio Parcek, urgente e precisa.

O som tem timbre cortante, runs cromáticos e atmosfera que oscila entre o Hill Country e o elétrico de Chicago.

Parcek levou anos trabalhando o disco e pediu opinião de colegas sobre a sequência das faixas. Nascido em Connecticut, ele passou o final dos anos 60 na Inglaterra, no auge do blues britânico.

Se gostou, coloca o disco no fone agora, deixa um like ou comentário no blog https://quemtempoe.blogspot.com/