10 de fevereiro de 2026

J.T. & The Plastic Garden Band – Creek Smoke Confessional (2026)

 

01.Creek Smoke Confessional 06:13
02.Better Than A Drug 04:04
03.You Left Me With The Dishes 04:45
04.Jack of All Trades 03:11
05.Martha 04:09
06.My Love 04:22
07.The Day We Lost The Farm 04:14
08.Shake That Thing 03:28
09.That’s Life 05:59
10.Time 07:26
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Creek Smoke Confessional: A Fumaça que Inflama o Rock Alternativo!
Em 2026, J.T. & The Plastic Garden Band entregam um álbum que é puro fogo: Creek Smoke Confessional. Com uma fusão vibrante de rock psicodélico, folk introspectivo e toques de blues rural, o disco captura a essência de confissões brutas e ritmos hipnóticos. Liderado pelo carismático J.T. (vocal e guitarra), a banda conta com o baixista experimental Mia Torres e o baterista virtuoso Leo "Thunder" Ramirez, criando camadas sonoras únicas que misturam guitarras distorcidas com harmonias etéreas.
Destaques: incluem a faixa-título "Creek Smoke Confessional", uma jornada épica de 6 minutos com solos alucinantes, e "Time", o fechamento de 7 minutos que explora temas de perda e redenção com intensidade emocional. "Shake That Thing" injeta energia dançante, perfeita para fãs de grooves contagiantes, enquanto "The Day We Lost The Farm" evoca narrativas pessoais tocantes.
Curiosidade: O álbum foi gravado em uma cabana isolada às margens de um riacho no interior dos EUA, onde J.T. usou fumaça de fogueira para inspirar sessões noturnas improvisadas, adicionando um tom orgânico e místico. Outro detalhe fascinante: Participação especial do lendário produtor indie Alex Nova, que trouxe influências pós-pandemia, refletindo a resiliência coletiva em um mundo reerguido.

The Soul Jacket - Wood Mama (2012)

 

01. Revolutionists
02. Battered 'N' Bruised
03. Stampeding Cattle
04. Ohio
05. Meadow
06. What's Wrong America
07. Rock & Soul Thing
08. Scraping the Bowl
09. Neighbor Neighbor
10. My Girl Don't Love Me
11. Nah Nah Nah
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Wood Mama: O Mojo Galego que Incendeia o Rock & Soul
Wood Mama, o álbum de estreia da banda galega The Soul Jacket, lançado em 2012. Formada em 2004 entre Vigo e Nigrán, essa trupe de rock & roll clássico mergulha fundo no blues e no soul sulista americano, entregando faixas abrasadoras cheias de groove e emoção crua. O som é quente, orgânico, com guitarras afiadas, vocais passionais e ritmos que pulsam como um coração acelerado.
Destaques: incluem "Revolutionists", um hino rebelde que abre o disco com fúria; "Ohio", evocando paisagens sonoras épicas; e "My Girl Don't Love Me", uma balada soulful de partir o coração. A produção de Hendrik Röver, o lendário líder dos Los Deltonos, dá um toque artesanal único, gravado de forma analógica para capturar a essência viva do rock de raiz.
Curiosidade: Röver, conhecido como "outlaw" espanhol, insistiu em sessões improvisadas para infundir "mojo" autêntico, transformando o estúdio em uma jam session familiar. Outro detalhe fascinante: apesar das raízes espanholas, a banda homenageia ícones como The Allman Brothers e Otis Redding, provando que o soul transcende fronteiras.

9 de fevereiro de 2026

Rolling Stones - Black and Blue 1976

 

 01. Hot Stuff 5:20
 02. Hand of Fate 4:28
 03. Cherry Oh Baby 3:57
 04. Memory Motel 7:07
 05. Hey Negrita 4:59
(inspiration by Ron Wood)
 06. Melody 5:47
(inspiration by Billy Preston)
 07. Fool to Cry 5:03
 08. Crazy Mama 4:34
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Black and Blue: O Álbum dos Stones de Soul, Funk e Rebeldia
Lançado em 1976, Black and Blue é a quintessência da paixão de Mick Jagger pela música negra, fundindo funk pulsante, soul emocionante, Motown cativante e até toques de reggae adaptado para o rock britânico. É o 13º álbum da banda, mas longe de ser azarado – é uma explosão criativa que marca a transição após a saída do guitarrista Mick Taylor.
Destaques: Comece por "Hot Stuff", com seu groove funky irresistível impulsionado pela percussão de Ollie Brown e o piano de Billy Preston. "Fool to Cry" é uma balada soul lacrimosa que dominou as paradas, enquanto "Memory Motel" traz um dueto vocal épico entre Jagger e Keith Richards, com sintetizadores etéreos. Ronnie Wood estreia como guitarrista oficial, mas o disco brilha com convidados como Harvey Mandel e Wayne Perkins, adicionando camadas de guitarra elétricas únicas que elevam o som a novas dimensões.
Curiosidade: As gravações duraram mais de 70 dias em seis sessões, servindo como audição para o novo guitarrista – astros como Eric Clapton, Jeff Beck e Rory Gallagher passaram pelo estúdio, mas Wood levou a vaga, assinando um contrato "às cegas" por admiração.
Contexto histórico: o álbum enfrentou críticas por ser "experimental demais", mas conquistou o topo das vendas nos EUA e inspirou polêmica com sua campanha publicitária provocativa, que irritou feministas. Essencial para colecionadores, Black and Blue prova que os Stones sempre reinventam o rock com ousadia e alma.

Sean McDonald – Have Mercy! (2025)

 

01. My Soul 3:20 (Rudy Moore)
02. Fakin’ It 3:56 (S. McDonald)
03. Killing Me 5:06 (S. McDonald)
04. Rocking in the Same Old Boat 4:51 (Deadric Malone)
05. Shuffleboard Swing 4:05 (S. McDonald)
06. Angel Baby 3:00 (S. McDonald)
07. Don’t Let the Devil Ride 5:14 (Oris Mays)
08. That’s All I Need 3:10 (Ike Turner)
09. Let’s Call It A Day 3:58 (Henry Glover)
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Have Mercy! O Blues que Une Gerações com Alma e Swing
Augusta, Geórgia, berço de lendas como James Brown e Sharon Jones, agora nos presenteia com Sean “Mack” McDonald, o jovem prodígio de 24 anos que explode em Have Mercy! (2025, Little Village). Seu blues é uma fusão vibrante de jump blues, Texas swing e gospel, com influências dos três Kings (B.B., Albert e Freddie) e toques jazzísticos de Bill Jennings. Mack entrega vocais tenores quentes, com alcance impressionante e ataques de guitarra precisos, cheios de sting, sem excessos.
Destaques: incluem as originais "Fakin’ It" (R&B stomping com saxofones honking e harmonias de Lisa Leuschner Andersen), "Killing Me" (ecoando Ray Charles e B.B. King) e o instrumental "Shuffleboard Swing" (jump blues sujo com Hammond B3 de Jim Pugh). Nos covers, "Don’t Let the Devil Ride" ganha alma gospel com backing vocals dos Morgan Brothers e Marcel Smith, enquanto "Rocking in the Same Old Boat" homenageia Bobby Bland com ousadia.
Curiosidade: Gravado nos icônicos Greaseland Studios, co-produzido por Kid Andersen, o álbum captura a essência de Mack como recém-graduado em produção áudio pela Middle Tennessee University. Outro detalhe: Ele integra a "nova onda blues" com talentos como DK Harrell e Kingfish, revigorando o gênero com conhecimento enciclopédico e frescor juvenil.