3 de agosto de 2026

GA-20 with Charlie Musselwhite – BLUES NOW (2026)

 

1.Crazy Love 03:15
3.I’ll Change My Style 02:50
4.Big Stars Falling 03:21
5.Universal Rock 02:30
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7.Strange Land 03:58
8.Stroll Out West 04:03
9.Short Dress Woman 03:26
10.Cristo Redentor 04:45
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Blues cru e urgência agora: GA-20 e 
Charlie Musselwhite acendem o fogo de Chicago!


BLUES NOW, lançado em 31 de julho de 2026 pela New West Records, é blues de Chicago cru, direto e sem filtro, com a energia de duas guitarras e bateria que faz o chão tremer.

Matthew Stubbs (guitarra e produção, ex-integrante da banda de Musselwhite por uma década a partir de 2008) lidera o trio GA-20 ao lado de Cody Nilsen (guitarra e vocais) e Josh Kiggans (bateria), com o lendário Charlie Musselwhite no gaita e voz. Eles se revezam nos vocais e explodem em faixas como o shuffle sensual de “I Can’t Hold Out” (Elmore James), com Stubbs emulando o slide clássico e Charlie uivando “Talk trash to me baby”, o lamento tenso de “The Blues Never Die” (Otis Spann), onde a gaita e as linhas de guitarra se enfrentam em clima de estúdio vivo, e o instrumental galopante “Universal Rock” (Earl Hooker). 

O som é o de covers de obscuridades e clássicos gravados ao vivo, com pouquíssimos overdubs, replicando a rawness do estilo Chicago late-50s/early-60s que define o grupo. 

Curiosidade: em início de 2025, Stubbs e Musselwhite reservaram só seis dias no Rare Signals, em Cambridge, MA, para capturar a química natural e a imperfeição humana, inspirados no espírito do disco de estreia de Charlie, Stand Back! (1968).

O álbum fecha com “Cristo Redentor”, assinatura de Musselwhite que já aparecia no Stand Back!, agora em versão majestosa com GA-20. Stubbs formou o GA-20 depois de anos na estrada com o mentor e de gravar com o Antiguas, fechando um círculo de décadas de blues.

2 de agosto de 2026

Alex Skolnick Trio - Last Day In Paradise 2007

 

1.Mercury Retrogade
4.Shades Of Grey
5.Practica Lo Que Predicas (Practice What You Preach)
6.The Lizard
7.Channel 4
8.Revelation (Mother Earth)
9.Out There Somewhere
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Quando o metal de Testament virou jazz 

Em 2007 o Alex Skolnick Trio soltou Last Day In Paradise, um álbum de jazz que respira rock progressivo e carrega a inspiração explícita do jazz europeu

Alex Skolnick na guitarra (elétrica, acústica e de doze cordas), Nathan Peck no baixo acústico e Matt Zebroski na bateria formam a base que transforma sete originais e três clássicos do hard rock em algo totalmente novo: “Tom Sawyer” ganha cara de jazz com toque eletrônico ao vivo, “Practica Lo Que Predicas” vira uma versão latina explosiva do clássico do Testament e “Western Sabbath Stomp” chega com slide guitar e riffs que pisam fundo. 

Loops eletrônicos, melodias vocais, baixo com arco, efeitos especiais e improvisações livres empurram o trio para além do formato tradicional e criam um som que é ao mesmo tempo sedoso e poderoso. 

Na gravação de outubro de 2006 no Spin Music Studios, em Long Island City, o grupo decidiu incorporar esses recursos de estúdio para entregar o disco mais original e ousado da carreira até então. O próprio título nasceu da reflexão de Skolnick sobre os tempos turbulentos do mundo: a ideia de viver cada dia como se fosse o último no paraíso.  

Blodwyn Pig – The Recordings 1969-1974 (2026)

 

DISC ONE
Ahead Rings Out
1. It's Only Love (3:23)
2. Dear Jill (5:19)
3. Sing Me A Song That I Know (3:09)
4. The Modern Alchemist (5:38)
5. Up And Coming (5:31)
6. Leave It With Me (3:54)
7. The Change Song (3:44)
8. Back Wash (0:53)
9. Ain't Ya Coming Home, Babe? (6:06)
10. The Change Song (BBC David Symonds session February 1969) (4:25)
11. It's Only Love (BBC "Top Gear" session March 1969) (3:33)
12. Sweet Caroline (B-side of single) (2:50)
13. Walk On The Water (A-side of single) (3:42)
14. Summer Day (B-side of single) (3:44)
15. McGregor Muckabout (recorded during sessions for 'Ahead Rings Out') (10:32)
16. Walk On The Water (alternate version) (3:50)

DISC TWO
Getting To This
1. Drive Me (3:21)
2. Variations On Nainos (3:47)
3. See My Way (5:06)
4. Long Bomb Blues (1:08)
5. The Squirreling Must Go On (4:26)
6. San Francisco Sketches (8:14)
7. Worry (3:42)
8. Toys (3:03)
9. To Rassman(1:30)
10. Send Your Son To Die (4:31)
11. Same Old Story (A-side of single)(2:35)
12. Slow Down (B-side of single) (4:18)
13. Meanie Mornay (Recorded during sessions for 'Getting To This') (4:44)
14. One Thing Leads To Another (Recorded during sessions for 'Getting To This') (3:40)

DISC THREE
Blodwyn Pig at the BBC 1969 - 1974
1. Ain't Ya Coming Come Babe (Top Gear session March 1969) (3:49)
2. The Modern Alchemist (Top Gear session March 1969) (4:48)
3. Mr. Green's Blues (Top Gear session March 1969) (3:50)
4. Worry (Sounds of the 70s session March 1970) (4:02)
5. Variations On Nainos (Sounds of the 70s session May 1970) 4:59)
6. Moon's Gone (Sounds of the 70s session September 1970) (3:01)
7. The Lady Of Liberty (Sounds of the 70s session September 1970) (4:24)
8. See My Way (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (5:59)
9. Baby Girl (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (3:55)
10. Leaving Song (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (4:53)
11. Blues Of A Dunstable Truck Driving Man (John Peel Sounds of the 70s session June 1974) (2:48)
12. See My Way (Radio 1 "In Concert" August 1974) (7:32)
13. I Know (Radio 1 "In Concert" August 1974) (9:44)
14. Cosmografication (Radio 1 "In Concert" August 1974) (6:21)
15. Six Days On The Road (Radio 1 "In Concert" August 1974) (4:20)
16. It's Only Love (Radio 1 "In Concert" August 1974) (3:22)
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The Recordings 1969-1974, lançado em março de 2026 pela Esoteric Recordings (Cherry Red), reúne o blues-rock sujo e jazzado do Blodwyn Pig em três CDs, com os dois álbuns de estúdio, singles e sessões da BBC.

Mick Abrahams (guitarra e vocais, ex-Jethro Tull) lidera a formação clássica ao lado de Jack Lancaster (saxofone, flauta e violino), Andy Pyle (baixo) e Ron Berg (bateria). Faixas como o blues pesado de “Ain’t Ya Coming Home, Babe?”, o rock com troca de riffs de “See My Way” e o jazz fusion de “The Modern Alchemist” mostram o som marcante: guitarra slide afiada de Abrahams, sopros e flauta de Lancaster e uma base rítmica que permite improvisos livres. 

Curiosidade: o grupo nasceu logo depois que Abrahams saiu do Jethro Tull em 1968, buscando um caminho mais blues, e logo virou favorito do underground britânico. O box traz Ahead Rings Out (1969) e Getting To This (1970) remasterizados, com bônus de singles, outtakes e 16 faixas ao vivo da BBC entre 1969 e 1974, incluindo o retorno de 1974.

Os dois discos originais chegaram ao top 10 do Reino Unido e foram gravados para a Chrysalis. Abrahams reformou a banda em 1974 só para sessões da BBC com John Peel e o programa In Concert, registradas aqui em alta qualidade.

1 de agosto de 2026

Fantastic Negrito – Alive! (2026)

 


1. An Honest Man (Live from Leeds, England) 5:03
2. How Long? (Live) 3:37
3. Living with Strangers (Live from Leeds, England) 6:22
4. Bullshit Anthem (Live from Leeds, England) 2:56
5. Night Has Turned to Day (Live from Leeds, England) 2:44
6. In the Pines (Live from Leeds, England) 10:24
7. Beat Salad (Live from Rubigen, Switzerland) 4:57
8. Good Feeling (Live from Leeds, England) 4:42
9. California Loner (Live) 5:35
10. I Hope Somebody's Loving You (Live from Leeds, England) 4:55
11. Eat Less Sugar Have More Sex (Live from Portsmouth,
New Hampshire) 2:01
12. Working Poor (Live from Sogliano, Italy) 4:33
13. Plastic Hamburgers / Long Long Road (Live from
Leeds, England) 5:56
14. The Duffler (Live from Leeds, England) 1:34
15. Please Computer (Live from Brooklyn, New York) 5:09
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O Blues que Explode ao Vivo com Fúria, Funk e Alma Inconfundível!

Lançado em 17 de julho de 2026 pela Storefront Records, Fantastic Negrito Alive! é um álbum ao vivo eletrizante que captura o artista raiz Xavier Dphrepaulezz em performances cruas e imprevisíveis de blues, soul, funk e rock, onde as versões fogem completamente dos estúdios e se alimentam da energia explosiva da plateia.

Fantastic Negrito lidera com sua voz rouca e poderosa — mistura de Jack White grave com Prince no modo rock — apoiado por uma banda de quatro peças talentosa que acompanha suas viradas inesperadas. 

Destaques: “In the Pines”, estendida para mais de dez minutos com atitude soulful e intensidade crescente; “Beat Salad”, um showpiece gospel com call-and-response explosivo (“I got the blues this morning” / “Everything’s gonna be alright”); e “The Duffler”, um pounding soul-metal que sacode tudo. A instrumentação prioriza grooves pesados, improvisações selvagens, fusões de funk James Brown, gospel suado e toques psychedelic-soul com inclinações avant-jazz, tudo amarrado por vocais gritantes e uma banda apertada que segue o fluxo caótico e vibrante.

Compilado das melhores performances de uma turnê recente — com faixas capturadas em Leeds, Rubigen, Brooklyn e outros palcos —, o disco revela um artista que transforma cada show em algo único e imprevisível. Três vezes vencedor do Grammy de Best Contemporary Blues Album, Fantastic Negrito revitalizou sua carreira com um nome incomum e uma abordagem que mistura protesto socioeconômico (“Working Poor”) com puro caos criativo, provando que o blues vivo ainda pode ser o melhor party album do ano.

Tas Cru - Might Give Out 2026

 

 1. Might Give Out - 4:20
 2. Lucky at Love (feat. Mary Ann Casale) - 3:59
 3. Known All Along - 4:24
 4. Favorite Song - 4:03
 5. Pass Them Biscuits - 3:32
 6. Nasty Turn - 4:07
 7. Tulsa Tornado - 4:55
 8. Two Big Feet - 3:51
 9. Come to Be (feat. Mary Ann Casale) - 4:53
10. Smell Like Whiskey - 1:42
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O blues irreverente de Tas Cru que recusa desistir e faz a alma dançar


Tas Cru solta Might Give Out em 2026 e entrega um blues cheio de raízes rock, raucous e cheio de personalidade, com canções que misturam o doce e o irreverente num só golpe.

Com Tas na guitarra e vocais, Mary Ann Casale em faixas especiais, Jeremy Walz no slide e a banda completa de apoio, o disco brilha em faixas como a título “Might Give Out”, a shuffle “Lucky at Love” (com Mary Ann) e a contagiante “Two Big Feet”. 

O som é a variedade de guitarras (elétrica, acústica, resonator e cigar box), os grooves honestos, as letras de poesia blues e as colaborações que mantêm o foco no feeling ao vivo. O álbum foi produzido pelo próprio Tas com músicos reais em estúdio, nascido de experiências vividas e da teimosia de continuar escrevendo canções honestas. 

E tem mais: é o oitavo disco de originais do artista de upstate New York, já aclamado pela Downbeat por suas letras de “blues poetry” e pela Living Blues pela alegria intoxicante dos shows.