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8 de outubro de 2026

Spike Fuck – evidence (2026)

 

1. Can't Get It Up [4:38]
2. Had Your Way [4:04]
3. Sweet Release [3:27]
4. Bored to Death [3:31]
5. All by Myself [2:38]
6. Getting Sober [3:33]
7. Bluelight [4:35]
8. Hate Me [7:44]
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Dez anos depois do Smackwave, o “prova de vida” 
que Spike Fuck gravou em três meses

Evidence, disco de estreia de Spike Fuck, saiu em 2 de outubro de 2026 pela Sacred Bones: oito faixas de um artista de Melbourne que a New Noise descreve como casamento desigual de alt-country e new wave, abrasivo e soul ao mesmo tempo. O EP The Smackwave é de 2016; este é o primeiro álbum completo.

Quem produziu foi Adam Hyde, do Peking Duk e do projeto Keli Holiday. O próprio Spike listou Pere Ubu, New York Dolls, The Temptations e Bettye Swan como referências, e disse querer um disco que cortasse como faca. 

A New Noise isola a abertura “Can’t Get It Up”, new wave dos anos 1980 com punk setentista na linha dos Heartbreakers; “Had Your Way”, mais lenta, bateria de marcha fúnebre e vocal que lembra Leonard Cohen; e “Sweet Release”, a faixa mais forte da resenha, balada crua, com toque country no texto da Line of Best Fit. “All by Myself”, single anunciado em julho, é o corte glam, o mais perto de um pop. “Bored to Death” entra como soul, e “Hate Me” fecha em balada autodepreciativa. “Getting Sober” saiu com clipe dias antes do álbum.

Hyde o procurou porque gostava de “Smackwave” e o convidou para a final da AFL; o disco foi escrito e gravado em três meses, numa leva que Spike descreveu ao Quietus como afronta ao processo de Pure O, álbum quase pronto e depois abandonado, feito de ressentimento, raiva e deslocamento. 

No meio da década entre o EP e este lançamento houve vício, um período curto de treino monástico e o retorno: a New Noise e a Musikexpress registram que ele viveu como mulher trans e depois detransicionou; ele chama evidence de prova de vida e, se pressionado, de um disco sobre desejo.

Se gostou, veja também The Smackwave EP. evidence está na Sacred Bones desde 2 de outubro — ouve agora, comenta o que achou e passa no blog https://quemtempoe.blogspot.com/. spotify



26 de julho de 2026

Emma Kupa • It Will Come Easier 2020

 

 01 Does It Feel New
 02 I Keep An Eye Out
 03 Hey Love
 04 Nawlins
 05 No Easy Way Out
 06 When Our Toes Are Long Enough
 07 Nothing At All
 08 CP Reprise
 09 Another No
 10 Crying Behind The Marquee
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“It Will Come Easier” é pureza indie-folk que aquece e confronta

Em setembro de 2020, a britânica Emma Kupa (ex-Standard Fare, voz dos Mammoth Penguins e The Hayman Kupa Band) entrega seu primeiro álbum solo completo, It Will Come Easier. 

O disco flui como confessional indie-folk com toques de Americana e soft-rock, voz nua e arranjos que vão do esparso ao expansivo. Entre os colaboradores estão Mark Boxall (Mammoth Penguins, no baixo e cello), Faith Taylor (Suggested Friends), Laura Ankles (banjo, synth), Carmela Pietrangelo e outros, criando texturas ricas. 

Destaques: “Nothing At All” (banjo jaunt e harmonias crescentes), “Hey Love” (cordas evocativas e intimidade) e “Nawlins” (clima Americana de fogueira) brilham com baixo afinado, solos fuzz, piano nu e fusões que misturam folk-pop com batidas leves. 

As canções foram escritas e gravadas ao longo de anos; Kupa deu espaço emocional antes de lançá-las, e o álbum (mixado por Darren Hayman) saiu pela Fika Recordings e Palo Santo como continuação íntima do EP Home Cinema. Um marco pessoal sobre amor, expectativas e esperança nos trinta.

1 de abril de 2026

The Clockworks – The Entertainment (2026)

 

2. Best Days
4. La Dolce Vita
5. Work In Progress
6. The Actor
7. Magnificent Seven
8. The Double
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The Clockworks Reinventa o Rock: “The Entertainment” é Cinema, Fúria e Reflexão
Com The Entertainment (2026), The Clockworks entrega seu segundo álbum e uma evolução impressionante. Se o debut Exit Strategy (2023) era pura energia de garagem, o novo trabalho chega maduro, cinematográfico e afiado, com influências declaradas de Blade Runner, Drive e Fellini. O quarteto irlandês — James McGregor (voz e letras), Sean Connelly (guitarra), Damian Greaney (bateria) e Tom Freeman (baixo) — troca o barulho cru por um som coeso, sem produção excessiva, onde o baixo pesado de “Getaway Car” tensiona e a leveza de “Through The Looking Glass” flutua com elegância.
O álbum abre em ritmo alucinante com “How To Exist”, um desabafo stream-of-consciousness que termina em “I’m looking for something to believe in”. Destacam-se “True Romance”, confissão crua com o verso “even the devil in my head has taken to praying”, e o single “Well Well Wellness”, que ironiza a indústria do bem-estar com humor ácido. “Best Days” e “The Actor” mergulham na melancolia existencial, questionando o sentido da vida.
Curiosidade: a banda testou o demo de “Well Well Wellness” junto com um trecho de The Bear e percebeu que a sintonia era perfeita. A capa, inspirada em uma histórica edição da LIFE Magazine sobre os primeiros cinemas 3D, reforça o tema central: tecnologia que promete conexão e entrega isolamento.

15 de abril de 2025

Mumiy Troll – Caviar

 

1. Risk Fraction (4:03)  
2. Shamans (3:38)  
3. Siamese Hearts (4:00)  
4. Not a Star (3:34)  
5. Dolphins (4:42)  
6. Ranetka (3:23)  
7. About Poisons (3:14)  
8. That’s How It Should Be (4:02)  
9. Diamond (4:20)  
10. Signals (4:21)  
11. Soldier Boy (4:38)  
12, Hunger (4:47)  
13, Sayonara Disco (3:51)  
14. Far Away (6:25)
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via: lossless

Caviar: O Sabor Único do Mumiy Troll em 1997
Lançado em 1997, Caviar (Ikra) do Mumiy Troll é uma explosão de rock alternativo com toques de britpop e letras poéticas. Faixas como “Delfiny” e “Ranetka” brilham com melodias cativantes e a voz carismática de Ilya Lagutenko. O álbum mistura energia crua e romantismo excêntrico, marcando a ascensão da banda na Rússia pós-soviética. Foi gravado em Londres, absorvendo a vibe da cena britânica. A produção ousada, com arranjos que flertam com o psicodélico, consolidou o Mumiy Troll como ícone inovador do rock russo.

28 de janeiro de 2025

VA – Mojo: The Best of 2024 (2024)

 

1. Jack White – Archbishop Harold Holmes
2. The Black Crowes – Wanting and Waiting
3. Ezra Collective – The Herald
4. Fontaines D.C. – Horseness Is the Whatness
5. Mdou Moctar – Imouhar
6. Jane Weaver – Is Metal
7. Bill Ryder-Jones – This Can’t Go On
8. The Lemon Twigs – My Golden Years
9. The Smile – Wall of Eyes
10. Beth Gibbons – Floating On a Moment
11. John Cale – How We See the Light
12. Nick Cave and the Bad Seeds – Frogs
13. Kim Deal – Nobody Loves You More
14. Gillian Welch & David Rawlings – What We…
15. Richard Thompson – Singapore Sadie
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via: exystence


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17 de maio de 2024

Kings of Leon – Can We Please Have Fun (2024)

 

01. Ballerina Radio – 03:51
02. Rainbow Ball – 04:10
03. Nowhere To Run – 03:41
04. Mustang – 03:15
05. Actual Daydream – 03:19
06. Split Screen – 05:03
07. Don’t Stop The Bleeding – 03:38
08. Nothing To Do – 02:55
09. M Television – 03:27
10. Hesitation Gen – 03:17
11. Ease Me On – 03:28
12. Seen – 04:52
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ESTRADAS INFINITAS 2024
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