29 de julho de 2026

RoadLights - The Howlin' Road 2026

 

1. Howlin' Road - 4:09
 2. Need Your Love - 4:30
 3. Desperation Boogie - 2:37
 4. Stray Dog - 3:32
 5. Rainy Night - 5:08
 6. Lone Wolf - 2:59
 7. Far From Here - 4:53
 8. Sinner - 2:59
.


The Howlin’ Road em 2026 e entrega um blues rock cheio de energia, repleto de originais e reinterpretações de clássicos que celebram a paixão pelo blues. 

Com a formação de Giulio Taddei na guitarra e vocais principais, Atos Marzaroli na harmônica e vocais, Andrei Cocor no baixo elétrico e Samuele Esposito na bateria e vocais, o disco explode em faixas como a título “Howlin’ Road”, o frenético “Desperation Boogie” e o soulful “Sinner”. 

A guitarra cortante, a harmônica afiada, o groove de baixo e bateria, e a fusão de clássicos tradicionais com composições originais que ganham vida no espírito de show. 

O álbum é o primeiro da banda e foi lançado em 24 de julho de 2026 em todas as plataformas digitais, com cópias físicas de CD e LP disponíveis no show de lançamento. E tem mais: o quarteto encontra seu elemento natural nas performances ao vivo, lembrando a todos que o blues está vivo e bem.

28 de julho de 2026

Michael Bloomfield - Living In The Fast Lane 1980

 

1. Sammy Knows How To Party (King, David) 2:19
2. Shine On Love (Troy) 4:56
3. Roots (King-David) 3:35
4. Let Them Talk (Thompson) 5:09
5. Watkin's Rag (King-David) 1:46
6. Andy's Bad (King-David) 4:01
7. When I Get Home (Bloomfield) 4:27
8. Used To It (King-David) 2:50
9. Big C Blues (Bloomfield) 3:36
10. The Dizz Rag (King-David) 3:36
.

O Blues Rock Final que Acelerou com Alma, Gospel e Ragtime!

Lançado em 1980, "Living In The Fast Lane" é um registro vibrante de blues rock de Michael Bloomfield, com fortes influências de Chicago blues, R&B, gospel e elementos ragtime jazzy, gravado nos estúdios Blossom & Zoetrope de San Francisco entre 1976 e 1977. Cheio de energia soulful e fusões irresistíveis, o álbum captura o mestre em um momento de reencontros criativos e vitalidade musical.

Com Bloomfield assumindo quase tudo — vocais principais, guitarras elétricas, slide, acústicas, órgão, piano e até percussão criativa como blocos de lixa e baquetas no chão —, a formação brilha com Mark Naftalin nos teclados (piano e ARP), Roger Troy no baixo e vocais em faixas como "Shine On Love", George Marsh na bateria e uma legião de convidados: seções de metais (Duke Tito & The Marin County Playboys), corais gospel (Singers of the Church of God in Christ) e multi-instrumentistas como Bob Jones. 

Destaques: "Shine On Love", com sua melodia soul Motown-esque e vocais cativantes de Troy; "Roots", explosiva em funk tribal e vozes múltiplas; e "Big C Blues", onde o slide e o vocal de Bloomfield brilham em puro blues autêntico. A instrumentação é rica em improvisações fluidas, guitarras emotivas que "conversam" com os vocais e fusões de gospel, R&B e ragtime que dão ao disco uma atmosfera amigável, festiva e cheia de vida.

Gravado com produtor Norman Dayron e antigos companheiros de jornada (como Naftalin e Troy, do Electric Flag), o álbum reflete reencontros felizes em meio a uma fase criativa intensa. Lançado em vinil em 1980 — pouco antes da morte de Bloomfield em fevereiro de 1981 —, ele foi reeditado em CD em 1988 e permanece um testamento magnífico da versatilidade e paixão do guitarrista lendário.

Parker Barrow – Hold The Mash (The Album) (2026)

 

1. The Healer (3:44)
2. Blinded (3:38)
3. Nothing Left To Save (3:40)
4. Novocaine (3:57)
5. Oliva Lane (4:13)
6. Make It (3:26)
7. Glass Eyes (4:22)
9. My Morning Song (4:22)
.

Parker Barrow Mistura Southern Rock, Blues e Alma 
em um Coquetel Explosivo de 2026!

Lançado em julho de 2026, Hold The Mash é o aguardado segundo álbum do Parker Barrow, um mergulho vibrante no blues-infused Southern rock com grooves pesados, riffs clássicos e toques de soul que definem o som “vintage-shop rock” da banda de Nashville.

Liderados pelo duo marido e mulher Megan Kane nos vocais eletrizantes e Dylan Turner na bateria, com Alex Bender na guitarra e direção musical, Will Tipton na guitarra, Kyle Priber no baixo e Eric Safka nos teclados, o sexteto entrega energia contagiante. 

Destaques: “Blinded”, com seu riff Stonesy irresistível e abordagem “menos é mais” inspirada em Keith Richards; “The Healer”, que revela um lado novo com solo de órgão psicodélico de Safka; e “Glass Eyes”, carregada de groove e alma soul. A instrumentação prioriza riffs inventivos e fogo na guitarra, batidas pesadas, vocais poderosos e camadas de teclados que criam fusões de southern rock, blues e rock clássico em um pacote coeso e cheio de atitude.

Gravado com contribuições frescas de Bender na composição — expandindo o EP homônimo de 2025 com quatro faixas inéditas —, o disco captura a evolução da banda após o sucesso de Jukebox Gypsies (2023). O nome Parker Barrow, inspirado nos famosos foras da lei Bonnie e Clyde, reflete o espírito ousado do grupo, que em 2026 invade as estradas americanas, faz turnê de destaque no Reino Unido e sobe no Rock Legends Cruise ao lado de lendas como Gene Simmons e Blue Öyster Cult.

Foy Vance - The Wake 2026

 

1. A.I. (9:04)
2. Hi, I’m The Preacher's Son (4:06)
3. I Think I Preferred The Question (4:31)
4. We Almost Made It (4:21)
5. I'm Not Celebrating (3:32)
6. Ever Feel Like Everybody's Just Coming At You? (2:07)
7. Call Me Anytime (4:18)
8. I Ain't Sold On Time (4:13)
9. Money (5:26)
10. Sleazy Bastards (5:13)
11. Fiberoptic Love (3:41)
12. When I See You At The Right Time (2:28)
13. Bathed In Light (2:26)
.

O Último Despertar de Foy Vance

Em 2026 Foy Vance lançou The Wake, seu sétimo álbum de estúdio, um trabalho de folk, soul e southern blues que fecha um ciclo de décadas. 

Vance no vocal e guitarra, ao lado do produtor Ethan Johns (que também toca guitarras e outros instrumentos), do pianista Neil Cowley, do baterista Jeremy Stacey e do baixista Rex Horan, com harmonia de Bonnie Bishop, criam um som cru e vital em faixas como a longa e psicodélica “A.I.”, a confessional “Hi, I’m The Preacher’s Son” e a redentora “Bathed In Light”. 

O disco mistura texturas de gospel-blues, Americana e folk com produção íntima e dinâmica, gravações que respiram ao vivo e letras que vão do lamento ao êxtase. Finalizado exatamente 26 anos depois da morte do pai de Vance, o álbum foi gravado no Three Crows Studio, em Bath, com Johns organizando as faixas para soar como familiares reunidos em um velório. 

O título e o projeto inteiro marcam o fim de uma jornada de sete discos iniciada no dia em que Vance, no palco em Lanzarote, descobriu a morte do pai, um pregador itinerante.  

27 de julho de 2026

The Kinks • The Kink Kontroversy 1965

 

 01. Milk Cow Blues 3:44
 02. Ring The Bells 2:20
 03. Gotta' Get The First Plane Home 1:48
 04. When I See That Girl Of Mine 2:11
 05. I Am Free 2:29
 06. Till The End Of The Day 2:21
 07. The World Keeps Going Round 2:36
 08. I'm On An Island 2:16
 09. Where Have All The Good Times Gone 2:52
 10. It's Too Late 2:32
 11. What's In Store For Me 2:05
 12. You Can't Win 2:41
.

The Kink Kontroversy: o disco em que The Kinks viraram lenda

Lançado em 26 de novembro de 1965, The Kink Kontroversy é o terceiro álbum de estúdio dos Kinks e marca a transição do rock bruto da invasão britânica para um som mais sofisticado, misturando blues, R&B e pop-rock observacional. 

Ray Davies comanda os vocais e guitarras, ao lado de Dave Davies (guitarra e vocais em faixas como “I Am Free”), Pete Quaife no baixo e Mick Avory (e sessão de Clem Cattini) na bateria, com piano de Nicky Hopkins e produção de Shel Talmy

Destaques: incluem o opener blues sujo “Milk Cow Blues” (cover de Sleepy John Estes com vocais compartilhados), o hit “Till the End of the Day” (riff poderoso no estilo dos primeiros singles) e a nostálgica “Where Have All the Good Times Gone”. O disco equilibra rockers agressivos com baladas e experimentações leves, como o pastiche calypso de “I’m on an Island”. 

Gravado em poucos dias em outubro de 1965 nos Pye Studios, em Londres, o título ironiza a má fama da banda por brigas no palco e tumultos, que resultaram no banimento de shows nos EUA. Foi o primeiro álbum atraindo elogios da crítica como ponto de amadurecimento de Ray Davies.