1. My Baby
2. Levee Camp Blues
3. When The Saints Go Marching In
4. Diamond Ring
5. Dankin’s Farm
6. You Ain’t Treatin’ Me Right
7. Ethel Mae Blues
8. Meet Me Down In Froggy Bottom
9. Mama Said I’m Crazy
10. I Heard Somebody Calling Me
11. Keep Your Lamp Trimmed And Burning
12. I Wonder What Have I Done Wrong
13. I Worked Old Lu And I Worked Old Bess
14. Jim, Steam Killed Lula
15. Worried Now, Won’t Be Worried Long
16. Going Away, Won’t Be Gone Long
17. Going Down That Gravel Bottom
18. Bye, Bye Little Girl
2. Levee Camp Blues
3. When The Saints Go Marching In
4. Diamond Ring
5. Dankin’s Farm
6. You Ain’t Treatin’ Me Right
7. Ethel Mae Blues
8. Meet Me Down In Froggy Bottom
9. Mama Said I’m Crazy
10. I Heard Somebody Calling Me
11. Keep Your Lamp Trimmed And Burning
12. I Wonder What Have I Done Wrong
13. I Worked Old Lu And I Worked Old Bess
14. Jim, Steam Killed Lula
15. Worried Now, Won’t Be Worried Long
16. Going Away, Won’t Be Gone Long
17. Going Down That Gravel Bottom
18. Bye, Bye Little Girl
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O Blues Elétrico Que Fred McDowell Jurou Não Ser Rock 'n' Roll
Mississippi Fred McDowell entrega em This Ain't No Rock N' Roll (Arhoolie CD-441) o puro blues do Delta em versão amplificada, aquele “natural blues” que ele mesmo proclamava em cima do palco.
Aqui o slide bottleneck elétrico corta fundo, sem pedir licença para ninguém.Nas faixas de estúdio, Fred McDowell (voz e guitarra elétrica) divide o som com Mike Russo na segunda guitarra, John Kahn no baixo e Bob Jones na bateria, formando o grupo que já tinha saído no LP Fred McDowell And His Blues Boys. Já nas gravações mais soltas, John Francis segura a bateria e Steve Talbot entra de harmônica em uma faixa.
Ouça “Worried Now, Won’t Be Worried Long” e “Going Down That Gravel Bottom”: o slide de Fred conversa direto com a voz, improvisando frases longas e cortantes enquanto a banda segura o groove sem atrapalhar. “Keep Your Lamp Trimmed And Burning” traz o espírito de igreja que ele carregava, e “My Baby” (versão de Little Walter) abre o disco com aquela energia crua de quem toca pra valer.
O disco mistura sessões de estúdio com um clima de festa caseira: guitarra elétrica, baixo, bateria e aquele bottleneck que McDowell já usava há anos nas danças e cultos de Como, Mississippi.
Curiosidade: foi o próprio Fred quem pediu Russo na guitarra depois de tocarem juntos em Seattle, e a química entre os dois é imediata, apesar da diferença de idade e de mundo.
As dez faixas extras foram gravadas numa única noite de março de 1968 na sala de estar de Chris Strachwitz, em Berkeley, e só saíram do arquivo em 1995. Esse lançamento de 1995 juntou pela primeira vez o material de estúdio de 1969 com essas fitas caseiras inéditas, mostrando McDowell já elétrico mas ainda fiel ao blues que ele chamava de natural.




