2 de fevereiro de 2026

Shakedown Tim and the Rhythm Revue - Way Up! 2024/2026

 

1. Feed my Body to the fishes - 3:35
 2. Messin' with the Blues - 3:53
 3. Tiny Legs, Big Soul! - 3:48
 4. My Love is Real - 3:31
 5. Driftin' - 3:49
 6. Way Down - 2:57
 7. You're the Boss - 3:11
 8. Real Crazy - 3:21
 9. Frolic Time - 3:02
10. A Sinner's Gospel (feat. James Harman) - 2:10
11. Close the Door - 2:49

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'Way Up!' de Shakedown Tim
Way Up!, o novo álbum de Shakedown Tim and the Rhythm Revue, lançado em 2024/2026. Esse disco transborda blues roots e boogie uptown, com riffs de guitarra gordurosos e um groove que faz qualquer fã de música balançar. Tim Ielegems, o frontman carismático com seu chapéu inseparável, lidera uma banda afiada: Ilias Scotch no piano e órgão, Kurt Lens no contrabaixo e Koen Van Peteghem na bateria, criando uma sensação de show ao vivo no seu sofá.
Destaques: "Feed My Body to the Fishes", cover de Willie Love que abre o disco com energia; a homenagem vibrante "Tiny Legs, Big Soul!" ao saudoso bluesman Tiny Legs Tim, com Steven Troch na harmônica e Naomi Sijmons nos vocais; e o dueto sedutor "You're The Boss" com Sijmons, ecoando clássicos de Leiber e Stoller. Participações especiais como Bart Stone no sax e até o dachshund Little Walter "dançando" em faixas como "Way Down" e "Frolic Time" adicionam um toque divertido e único.
Curiosidade: "A Sinner's Gospel" foi gravada em 2018 durante uma turnê com James Harman, que faz um growl demoníaco – uma dedicatória emocionante a Harman e Gene Taylor, ambos falecidos em 2021. No contexto histórico, o álbum revive gems dos anos 50, como covers de Eddie Boyd e Amos Milburn, provando que o blues clássico ainda pulsa forte.

Traffic & Jimi Hendrix - Jam Session (Original FM Broadcast Recording, 1968) (2025)

 

1. Jam Thing (19:38)
2. Guitar Thing (5:16)
3. Session Thing (35:27)
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Jam Sessions Explosivas: Hendrix e Traffic em Sintonia Mágica
O álbum Traffic & Jimi Hendrix - Jam Session (Original FM Broadcast Recording, 1968), lançado em 2025! Essa pérola resgata gravações raras de jams instrumentais entre o lendário guitarrista Jimi Hendrix e os membros do Traffic – Steve Winwood, Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason. Amigos desde os clubes londrinos de 1967, eles uniram forças em sessões espontâneas, cheias de inovação técnica e musical.
O estilo é puro improviso: jams longas e hipnóticas, como "Jam Thing" (19:38) e "Session Thing" (35:27), que transitam de tons menores a estruturas quase atonais, com ritmos impulsionados por piano e bateria, enquanto guitarra e flauta tecem solos complementares. 
Destaque: para o interplay mágico entre Hendrix e Wood – Jimi constrói vamps intensos que explodem em solos derretidos, equilibrados pela flauta delicada e mellow de Chris. Diferente de outras jams de Hendrix, aqui ele respeita o espaço coletivo, criando momentos únicos e fascinantes, sem vocais ou estruturas fixas.
Curiosidade: essas gravações, datadas entre 1968 e 1970, circulavam apenas em edições underground até agora, preservando qualidade excepcional de estúdio. Outro detalhe intrigante: o contexto histórico reflete o espírito progressivo da era, com influências de psicodelia e experimentação que moldaram o rock.

1 de fevereiro de 2026

Lauren Glick - Me 2025

 

01. Free
02. Perfectly Capable
03. I'm onto You
05. Me
06. I'm Lonely
07. Poor Boy
08. Don't Let the Rain In
09. Little White Lies
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Lauren Glick: "Me" 
Em seu álbum "Me", lançado em 2025, a talentosa Lauren Glick, formada no Berklee College of Music, entrega um pop soulful com toques de rock e influências broadwayanas, inspirado em ícones como Aimee Mann e Pat Benatar. As letras sinceras e vocais passionais exploram temas de amor, perda e autodescoberta, com arranjos ricos em baixo e piano que evocam emoção crua.]Destaques: "Free", que abre com energia libertadora, "Dangerously in Love", um hino romântico intenso, e a faixa-título "Me", um reflexo introspectivo e minimalista. A banda, com músicos locais como Bobby Malaby e Ted Gelenis, adiciona groove autêntico, sem grandes participações especiais, mas com uma coesão orgânica.
Curiosidade: o álbum surgiu do processo de reconstrução criativa após a morte de seu mentor e parceiro Mike Armstrong em 2016, misturando covers clássicos com originais para honrar seu legado. Outro detalhe fascinante é o contrato recente com a Spectra Music Group, impulsionando sua carreira global, com faixas disponíveis no Spotify e YouTube.

Dr . John : Goin' back in New Orleans 1992

 

1. Litanie Des Saints
2. Careless Love
3. My Indian Red
4. Milneburg Joys
5. I Thought I Heard Buddy Bolden say
6. Basin Street blues
7. Didn't He Ramble
8. Do You Call That A Buddy?
9. How Come My Dog Don't bark when you come 'round
10. Good Night, Irene
11. Fess Up
12. Since I Fell for you
13. I'll Be Glad when you' re Dead , you rascal you
14. Cabbage Head
15. Goin' Home Tomorrow
16. Blue Monday
17. Scald Dog
18. Goin' Back To New Orleans
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Dr. John: Mergulho nas Raízes Voodoo de New Orleans
Em 1992, o lendário pianista Dr. John, ícone do funk e blues de New Orleans, (fase meio um Clovis Bornay do rock) lançou Goin' Back to New Orleans, um álbum vibrante que celebra as tradições musicais da cidade do jazz. Misturando ritmos de R&B, blues clássico e toques de voodoo charm, o disco é uma homenagem energética às origens da música americana, com arranjos ricos em piano, metais e percussão que evocam as ruas do French Quarter.
Destaques: "Litanie Des Saints", que abre com um misticismo cativante, e "Basin Street Blues", um clássico revigorado com swing irresistível. "My Indian Red" e "Milneburg Joys" brilham com a essência do Mardi Gras, enquanto "Blue Monday" injeta funk contagiante. Dr. John conta com participações especiais de astros como os Neville Brothers, o trompetista Al Hirt e o clarinetista Pete Fountain, criando um som autêntico e colaborativo.
Uma curiosidade: o álbum foi gravado em estúdios de New Orleans, capturando improvisos ao vivo que refletem o espírito improvisado da cidade. Outro detalhe fascinante é o contexto histórico — lançado pós-recessão dos anos 80, ele revitalizou o interesse pelo blues tradicional, rendendo a Dr. John um Grammy de Melhor Álbum de Blues Tradicional.