6 de fevereiro de 2026

Teresa James & The Rhythm Tramps - Bad At Being Good 2026

 

1. Love's A Full Time Job (3:09)
2. Is Anything Alright (3:40)
3. I Got This Thing (3:58)
4. All About The Benjamins (4:51)
5. Trouble In Paradise (4:18)
6. Angel On My Shoulder (4:16)
7. Treat Her Like You Want Her To Treat You (4:02)
8. Bad At Being Good (4:18)
9. Say What You Will (4:08)
10. We Came To Rock (3:56)
11. Anytime Is Alright (4:15)
12. Close Down The Blues Bar (3:54)
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Bad At Being Good: A Explosão Blues que Teresa James
Teresa James & The Rhythm Tramps estão de volta com seu 14º álbum, Bad At Being Good (2026), reafirmando o domínio no rockin’ roadhouse blues que define sua assinatura sonora. Misturando raízes texanas com toques de soul e especiarias de New Orleans, o disco entrega 12 faixas energéticas, como a cativante "I Got This Thing" e a roqueira "We Came To Rock", todas pulsando com grooves irresistíveis e vocais potentes de Teresa.
Pontos altos: incluem participações especiais de vencedores do GRAMMY, como o tecladista Kevin McKendree em mais da metade das tracks e Jon Cleary no piano da faixa-título, além de slide guitar do produtor John Porter. A banda principal – Teresa no piano/vocais, Billy Watts na guitarra e Terry Wilson no baixo – ganha reforços de luxo, como o baterista Jay Bellerose e o acordeonista David P. Jackson, adicionando camadas únicas de textura.
Curiosidade: o álbum mantém tudo em família, com o genro de Teresa e Terry, Richard Millsap (baterista de John Fogerty), contribuindo percussão em todas as faixas. Como detalhe histórico, Teresa, três vezes indicada ao Blues Music Award como Melhor Artista Feminina Contemporânea, traz sua vasta experiência de colaborações com lendas como Eric Burdon e Randy Newman, provando que essa parceria com Wilson é sinônimo de sucesso sinérgico.

5 de fevereiro de 2026

Joanne Shaw Taylor - The Dirty Truth (2014)

 

01. Mud, Honey (4:28)
02. The Dirty Truth (3:16)
03. Wicked Soul (4:19)
04. Fool In Love (4:04)
05. Wrecking Ball (3:32)
06. Tried, Tested & True (5:01)
07. Outlaw Angel (4:22)
08. Shiver & Sign (5:08)
09. Struck Down (4:29)
10. Feels Like Home (3:20)
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Blues Cru e Eletrizante: The Dirty Truth de Joanne Shaw Taylor (2014)
"The Dirty Truth", quarto álbum de estúdio da guitarrista britânica Joanne Shaw Taylor, lançado em setembro de 2014, é uma explosão de energia crua e autêntica, misturando riffs afiados, vocais rasgados e grooves intensos que ecoam influências de Hendrix e Stevie Ray Vaughan. Com produção de Jim Gaines – que trabalhou com ela em álbuns anteriores como "White Sugar" –, o disco foi gravado em maio de 2014 no Bessie Blue Studios, no Tennessee, capturando um som mais orgânico e despojado em comparação ao antecessor "Almost Always Never".
Destaques: incluem a abertura explosiva "Mud, Honey", com sua pegada funky; a título "The Dirty Truth", cheia de atitude; e "Shiver & Sigh", coescrita com Kevin Bowe, que traz solos hipnóticos. A banda conta com David Smith no baixo, Steve Potts na bateria e Rick Steff nos teclados, formando um time coeso que eleva o talento de Taylor na guitarra e vocais.
Curiosidade: várias faixas, como "Feels Like Home" e "Mud, Honey", foram compostas anos antes e resgatadas para este álbum, dando um ar de "verdade suja" pessoal. Outro detalhe: foi o primeiro lançamento no selo próprio dela, Axehouse Music, e marcou sua estreia no Top 40 das paradas britânicas, consolidando-a no revival blues dos anos 2010.

The Siegel-Schwall Band - The Siegel-Schwall Band (1971)

 

1. (Wish I Was on a) Country Road (Jim Post, Corky Siegel) – 3:19
2. Devil (Corky Siegel) – 5:10
3. Leavin' (Jim Schwall) – 3:10
4. Corrina (Tradicional) – 6:05
5. I Won't Hold My Breath (Corky Siegel) – 4:01
6. Next to You (Jim Schwall) – 4:20
7. Hush Hush (Jimmy Reed) – 11:06
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Blues de Chicago em Alta Voltagem: The Siegel-Schwall Band (1971)
Lançado em 1971, o álbum auto-intitulado da The Siegel-Schwall Band é uma joia do blues-rock, misturando harmonica vigorosa, piano honky-tonk e guitarras afiadas em um groove irresistível. Liderada por Corky Siegel (harmonica, piano e vocais) e Jim Schwall (guitarra e vocais), com Rollo Radford no baixo e Shelly Plotkin na bateria, a banda captura a essência da cena elétrica de Chicago, influenciada por mestres como Paul Butterfield.
Destaques: incluem a boogie animada de "(Wish I Was On A) Country Road", co-escrita com Jim Post, e a tradicional "Corrina", um blues gutbucket gravado ao vivo com solos hipnóticos. A épica "Hush, Hush", com seus 10:45 minutos, é um jam hipnótico que fecha o lado B com intensidade. Outras faixas como "Devil" e "I Won’t Hold My Breath" trazem toques de gospel e New Orleans, destacando a versatilidade sonora única da banda.
Curiosidade: o álbum ganhou um Grammy pela arte da capa, um design inovador que reflete o espírito criativo do grupo. No contexto histórico, ele surge no auge do revival blues nos anos 70, gravado parcialmente ao vivo no icônico Quiet Knight Club, capturando a energia palpável da era.

4 de fevereiro de 2026

Lucinda Williams – The Long Road Home (Live) (2025)

 

01 – Metal Firecracker (Live 1995)
02 – Greenville (Live 1995)
03 – Right In Time (Live 1995)
04 – Car Wheels On A Gravel Road (Live 1995)
05 – 2 Kool 2 Be 4-Gotten (Live 1995)
06 – Blaze (Live 1995)
07 – Can’t Let Go (Live 1995)
08 – Still I Long For Your Kiss (Live 1995)
09 – Joy (Live 1995)
10 – Disgusted (Live 1995)
11 – Lake Charles (Live 1995)
12 – I Lost It (Live 1981)
13 – King of Hearts (Live 1981)
14 – Bill (Live 1981)
15 – Happy Woman Blues (Live 1981)
16 – Sharp Cutting Wings (Live 1981)
17 – Lafayette (Live 1981)
18 – Ramblin’ On My Mind (Live 1981)
19 – Nothing in Rambling (Live 1981)
20 – Abandoned (Live 1981)
21 – All I Want (Live 1981)
22 – Song For The Jewelry Maker (Live 1981)
23 – Pancakes (Live 1981)
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A Jornada Viva de Lucinda Williams: The Long Road Home!
Em 2025, Lucinda Williams presenteou os fãs com The Long Road Home (Live), um álbum ao vivo que captura a essência crua do Americana, misturando country, folk, blues e rock com vocais roucos e cheios de emoção. Gravado em sessões de 1995 e 1981, o disco revela a evolução da artista, de raízes folk-blues para um som mais robusto e elétrico.
Destaques: incluem faixas icônicas como "Car Wheels On A Gravel Road" e "Joy" (de 1995), com solos de guitarra intensos e energia palpável, além de baladas melancólicas como "Lake Charles". As gravações de 1981, como "Happy Woman Blues" e "Ramblin’ On My Mind", mostram uma Lucinda jovem e visceral. Sem participações especiais listadas, o foco está na banda de apoio, que entrega performances autênticas e orgânicas.
Curiosidade: as faixas de 1995 foram capturadas em uma sessão no World Cafe da WXPN, em Filadélfia, antecipando o clássico álbum Car Wheels on a Gravel Road de 1998. Outro detalhe interessante: as de 1981 vêm de uma transmissão ao vivo na KUT-FM, em Austin, Texas, destacando o contexto das rádios independentes que impulsionaram sua carreira inicial.