29 de março de 2026

The Jaggerz - We Went To Different Schools Together 1970

 

2. I Call My Baby Candy (Dominic Ierace) - 3:02
3. Memoirs Of The Traveller (Joe Rock, Dominic Ierace, Benny Faiella) - 3:33
4. With A Little Help From My Friends (John Lennon, Paul McCartney) - 6:39
5. At My Window (Joe Rock, Dominic Ierace) - 4:13
6. Looking Glass (Joe Rock, Dominic Ierace, Benny Faiella) - 3:33
7. Things Gotta Get Better (Joe Rock, Thom Davies, Billy Maybray) - 3:59
8. Carousel (Joe Rock, Thom Davies, Jim Pugliano) - 5:25
9. Don't Make My Sky Cry (Joe Rock, Thom Davies, Billy Maybray) - 3:21 10.That's My World (Joe Rock, Thom Davies) - 3:44
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O Hit que Fez os Jaggerz Conquistarem o Mundo em 1970!
Formados em 1965 nas cidades vizinhas de Beaver Falls e Aliquippa, na Pensilvânia, os The Jaggerz sempre se viram como uma banda de rhythm and blues pura. Mas foi com o álbum We Went To Different Schools Together, lançado em 1970 pelo selo Kama Sutra, que eles explodiram nas paradas pop. O disco, que sucedeu o debut de 1969 pela Huff-Gamble, traz um som mais acessível e viciante, misturando soul, R&B e ganchos pop irresistíveis, com metais marcantes, guitarras afiadas e vocais poderosos.
O grande destaque é “The Rapper”, de Dominic Ierace, que chegou ao número 1 em março de 1970, ganhou disco de ouro e virou o hino da banda. Outras pérolas são a dançante “I Call My Baby Candy”, a épica versão de 6min39s de “With a Little Help From My Friends” (Beatles) e faixas como “Memoirs Of The Traveller” e “Carousel”, que mostram a química do sexteto multi-instrumentista.
Curiosidade: o álbum foi gravado logo após o estouro do single, capturando a energia fresca da banda que acabara de trocar de gravadora para alcançar um público maior. Detalhe histórico imperdível: o sucesso levou os Jaggerz a uma turnê nacional e a uma aparição inesquecível no American Bandstand de Dick Clark, selando seu lugar na história do pop americano dos anos 70.

Hubert Sumlin & Carey Bell - Gamblin' Woman! 1980

 

A1. Blues For Chester
A2. Jammin' The Blues
A3. Gamblin' Woman
A4. Hubert's 1980 Blues
A5. Nineteen Years Old
B1. Brought Up The Hard Way
B2. Blues On Blues
B3. My Baby Is Gone
B4.  Lonesome Blues
B5. Blues In My Heart
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Hubert Sumlin & Carey Bell: Gamblin’ Woman – Chicago Blues Cru e Implacável em Sessão Lendária!
Lançado em 1980 pela gravadora alemã L+R Records, Gamblin’ Woman! é um encontro explosivo entre dois gigantes do blues de Chicago: Hubert Sumlin, o icônico guitarrista de Howlin’ Wolf, na guitarra acústica e vocais, e Carey Bell, um dos maiores harpistas da história, na harmônica e voz. Gravado em apenas um dia — 22 de janeiro de 1980 — no Odyssey Sound Studio, o álbum foi capturado ao vivo, sem overdubs, multitrack ou edições: puro feeling e química espontânea.
O som é cru, íntimo e visceral, com swing clássico de Chicago. Destaques absolutos: a faixa-título “Gamblin’ Woman” (com participação especial de Sunnyland Slim no piano e Sumlin na guitarra elétrica), “Hubert’s 1980 Blues”, “Jammin’ The Blues”, “Nineteen Years Old” e o fechamento poderoso em “Blues In My Heart”.
Curiosidade: tudo foi equilibrado diretamente no estúdio, preservando a energia autêntica da dupla — algo raro para a época.Um tesouro imperdível do blues tradicional! Depois, mergulhe em About Them Shoes de Sumlin e nos álbuns solo de Carey Bell.

28 de março de 2026

Sugar Pie DeSanto - Refined Sugar 2005

 

1. Matter Of Time
2. Blues Hall Of Fame
3. Somebody Scream
4. Life Goes On
5. Nobody's Home
6. How Many Times
7. Gimme A Penny
8. Black Rat
9. Darkness To The Light
10. Git Back
11. I Don't Care
12. I Need Help
13. I Need To Live Again
14. Odds
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A Explosão de Blues Refinado por Sugar Pie DeSanto!
Lançado em 2005 pela Jasman Records, o álbum Refined Sugar da lendária Sugar Pie DeSanto é um verdadeiro banquete para os fãs de blues e R&B. Aos 70 anos, a “Little Miss Dynamite” — descoberta por Johnny Otis nos anos 1950 e que dividiu o palco com James Brown e Etta James — entrega 14 faixas cheias de alma, energia e sabedoria acumulada.
O estilo mistura blues clássico, soul ardente e ritmos jazzy, com sua voz rouca, poderosa e cheia de atitude no centro de tudo. Destaques incluem a abertura contagiante “Matter of Time”, o tributo marcante “Blues Hall of Fame” (de Jimmy McCracklin, com introdução falada inspiradora), a balada sensível “How Many Times” e “I Need Help”, que brilha com um solo de harmônica inesquecível. Oito faixas foram coescritas por ela e pelo produtor James C. Moore Sr., seu manager de longa data.
Gravado em estúdios icônicos da Bay Area como Fantasy e Big Hut, o disco reflete uma parceria criativa que trouxe arranjos sofisticados e backing impecável de músicos experientes. Mesmo após décadas de carreira, Sugar Pie mantinha o fogo do palco e a autenticidade crua do blues — um lançamento tardio que reforça seu legado como uma das vozes mais dinâmicas do gênero.

Tracy K - Welcome to My Fantasy (2000)

 

1. I'd Do Anything – 4:43
2. Honky Tonk Man – 4:18
3. Slow Dance – 6:04
4. Yellow Moon – 3:52
5. Mojo Mama – 3:53
6. Welcome to My Fantasy – 4:04
7. No Peace of Mind – 5:09
8. Austin Shuffle – 3:49
9. Workin' On Lovin' You – 9:11
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Fantasia Blues: Tracy K Explode no Debut Autoral de 2000
Com Welcome to My Fantasy (2000), Tracy K, a powerhouse de Winnipeg, lançou seu álbum de estreia solo. Totalmente composto por originais, o disco de nove faixas entrega blues roots visceral misturado a toques jazzísticos sofisticados, vocais soulful e rasgados (herdeiros diretos de Bonnie Raitt e Janis Joplin) e uma gaita flamejante que já anunciava sua coroa como “Canada’s First Lady of the Blues Harp”.
Destaques: a sensual e ardente “Slow Dance”, o groove viciante de “Mojo Mama”, o swing preguiçoso de “Yellow Moon”, o sassy “Austin Shuffle” e o épico encerramento “Workin’ On Lovin’ You”, que passa dos nove minutos de pura intensidade acústica. Gravado com craques do jazz de Winnipeg – Nenad Zdjelar no baixo, Ron Halldorson, Greg Black e Tony Desmarteau na guitarra –, o som é cru, elegante e festival-ready.
Curiosidade: Tracy criou o álbum enquanto era mãe de três crianças pequenas em Beausejour, equilibrando fraldas e riffs. O lançamento independente que a catapultou para festivais por todo o Canadá e EUA.Outros albuns, em Old, New, Borrowed & Blues (2006) e no explosivo What’s the Rush? (2016).