3 de abril de 2025

Rory Gallagher – Blues (2019)

 

01. Don't Start Me Talkin' - Jinx Album Session / 1982 (3:34)
02. Nothin' But The Devil - Against The Grain Album Session / 1975 (4:58)
03. Tore Down - Blueprint Album Session / 1973 (5:10)
04. Off The Handle - BBC Radio 2 Paul Jones Blues Show / 1986 (4:39)
05. I Could've Had Religion - WNCR Cleveland Radio Session / 1973 (5:57)
06. As The Crow Flies - Tattoo Album Session / 1973 (4:09)
07. A Million Miles Away - BBC Radio 1 Bob Harris Session / 1973 (7:49)
08. Should've Learnt My Lesson - Deuce Album Session Outtake / 1971 (7:38)
09. Leaving Town Blues - Remixed (6:03)
10. Drop Down Baby (3:09)
11. I'm Ready - 1972 Version (4:09)
12. Bullfrog Blues - WNCR Cleveland Radio Session / 1973 (6:59)
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via: lossless

Rory Gallagher Ressurge em Blues (2019)!
Rory Gallagher brilha em Blues (2019), uma coletânea explosiva que mergulha fundo no blues rock, com pitadas de alternativo e raízes acústicas. São 36 faixas, 90% inéditas, cheias de guitarra visceral e alma crua, como “Don’t Start Me Talkin’” e “Bullfrog Blues”. O álbum mistura takes elétricos, acústicos e ao vivo, capturando a essência de um gênio em evolução. Muitas gravações vieram de fitas perdidas, resgatadas do arquivo da família. Participações lendárias com Muddy Waters e Albert King elevam o disco a um patamar histórico. Puro tesouro para os fãs!

Cracker - Gentleman's Blues (1998)

 

01. The Good Life 3:51
02. Seven Days 4:24
03. Star 3:22
04. James River 5:03
05. My Life Is Totally Boring Without You 3:18
06. Been Around The World 5:02
07. The World Is Mine 3:45
08. Lullabye 4:59
09. Waiting For You Girl 4:02
10. Trials & Tribulations 3:01
11. Wild One 4:25
12. Hold Of Myself 3:58
13. Gentleman's Blues 4:58
14. I Want Out Of The Circus 4:54
15. Wedding Day 3:48
16. Hallelujah 4:10
17. Cinderella 5:03
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via: isrbx

Gentleman’s Blues: O Soul Alternativo do Cracker em 1998
Quarto álbum do Cracker, Gentleman’s Blues, uma explosão de rock alternativo com raízes no blues e pitadas country. Lançado em 1998 pela Virgin Records, o disco traz a ironia afiada de David Lowery e os riffs marcantes de Johnny Hickman, com faixas como o gospel-rock de “Seven Days” e o melancólico “James River” brilhando entre os destaques. O título nasceu de um comentário de Hickman, que viu Lowery tocando piano como um “cavalheiro sulista tentando o blues”. Gravado ao vivo em estúdio, o álbum reflete a era pós-grunge com um charme cru e autêntico.

2 de abril de 2025

Marianne Faithfull • The World Of Marianne Faithfull 1969

 

01. As Tears Go By
(Oldham – Jagger - Richards)
02. This Little Bird
(Loudermilk)
03. Summer Nights
(Henderson - Strike)
04. Scarborough Fair
(Arr. Mark)
05. Monday Monday
(Phillips)
06. Come And Stay With Me
(De Shannon)
07. Is This What I Get For Loving You
(Goffin-King-Spector)
08. Yesterday
(Lennon-McCartney)
09. Tomorrow's Calling
(Woolfson)
10. In My Time Of Sorrow
(De Shannon)
11. Go Away From My World
(Mark)
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via: arhsam

Marianne Faithfull 1969: A Voz que Canta o Caos e a Alma
The World Of Marianne Faithfull (1969) é um grito de liberdade em forma de música! Misturando folk rock, blues sombrio e toques alternativos, Marianne entrega uma intensidade crua. Faixas como “As Tears Go By” (revisitada com nova profundidade) e “Sister Morphine” — coescrita com os Stones — são puro magnetismo, marcadas por sua voz rouca e visceral. O álbum reflete sua luta pessoal, gravado em meio a turbulências com Mick Jagger. Captura o fim dos anos 60, entre o romantismo hippie e a escuridão que viria. Essencial para fãs de rock com alma!

Tony Joe White - Black And White (1969/1996)

 

01. Willie And Laura Mae Jones (4:58)
02. Soul Francisco (1:58)
03. Aspen Colorado (2:51)
04. Whompt Out On You (2:26)
05. Don't Steal My Love (3:54)
06. Polk Salad Annie (3:47)
07. Who's Making Love (3:14)
08. Scratch My Back (3:03)
09. Little Green Apples (4:00)
10. Wichita Lineman (2:49)
11. Look Of Love (3:20)
Bonus Tracks:
12. Ten More Miles To Louisiana (2:25)
13. Georgia Pines (2:53)
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Tony Joe White – Black And White: O Nascimento do Swamp Rock em 1969!
Black And White (1969/1996, Warner Bros.) é Tony Joe White em estado bruto: um caldeirão de blues pantanoso, rock alternativo e soul sulista. A guitarra visceral e a voz grave brilham em “Polk Salad Annie”, um hino swamp rock, e na melancólica “Willie and Laura Mae Jones”. Gravado com músicos de Muscle Shoals. “Polk Salad Annie” demorou nove meses para estourar, quase descartada pela gravadora! O disco captura White em 1969, mas a reedição de 1996 resgatou seu legado para novas gerações.

1 de abril de 2025

Earl Hooker – Calling All Blues (2021)

 

01 – Rockin’ Wild
02 – Calling All Blues
03 – Swear to Tell the Truth
04 – Galloping Horses a Lazy Mule
05 – Apache War Dance
06 – Rockin’ with Kid
07 – This Little Voice
08 – I Wanna Be Free
09 – That Ain’t Right
10 – Blue Guitar
11 – Will My Man Be Home Tonight
12 – Oh Mama
13 – Blues in D Natural
14 – Universal Rock
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via: intmusic

Earl Hooker – Calling All Blues: Uma Explosão de Guitarra Elétrica em 2021!
Earl Hooker brilha em Calling All Blues (2021), um álbum que funde o Chicago blues com toques de rock e soul alternativo. Sua guitarra slide eletrizante comanda faixas como “Blue Guitar” e “Off the Hook”, entregando riffs crus e melodias hipnóticas que capturam a essência do blues moderno. A energia visceral de “Frog Hop” e o groove contagiante de “The Hook”. Parte das gravações resgata sessões perdidas dos anos 60, remixadas para soar frescas hoje.Hooker, primo de John Lee Hooker, influenciou até Jimi Hendrix com seu estilo inovador!

The Veldman Brothers – Livin' By The Day 2014

 


01.Hiatus
02.LeftToChance
03.FairWeatherFriend
04.Zodiac
05.GildedSplinter
06.Showdown
07.MissingLink
08.OuterTerrain
09.WesternSun
10.TheChangingSame


via: goodmusicfromearth3

"Livin’ By The Day: A Explosão Blues-Rock dos Veldman Brothers em 2014"
Livin’ By The Day, o álbum de 2014 dos holandeses The Veldman Brothers! Misturando blues visceral, rock pulsante e toques alternativos, esse disco é um prato cheio para quem curte energia crua e melodias cativantes. Destaques como “Frenzy”, com sua guitarra frenética, e a emotiva faixa-título, um tributo ao pai dos irmãos, brilham entre os 11 originais. O álbum marcou o fim da formação clássica, com a saída de dois membros logo após o lançamento.